Dono de um dos bailados mais versáteis do carnaval, marcado pela precisão e leveza, Peninha consolidou seu nome como uma das principais referências da função de Mestre-Sala.
Antes de se destacar no Acadêmicos do Salgueiro, atuou pelo rancho Recreio da Saúde e pela escola de samba Canários de Laranjeiras, onde permaneceu por quatro carnavais.
Em 1979, ao lado da Porta-Bandeira Adriane Nunes, venceu concurso para primeiro casal, permanecendo na posição até o carnaval de 1982.
Na década de 1980, integrou a União da Ilha do Governador em dois períodos, entre 1983 e 1985, e entre 1988 e 1989. No mesmo intervalo, também defendeu a Unidos de Vila Isabel, entre 1984 e 1987, conciliando as duas agremiações nos anos de 1984 e 1985.
Entre 1998 e 2004, foi o primeiro Mestre-Sala do Estácio de Sá, ao lado das Porta-Bandeiras Kátia Kour (1998–2001) e Eliane Vicente (2002–2005), encerrando sua carreira na escola.
Após a aposentadoria, enfrentou dificuldades pessoais e faleceu em 26 de setembro de 2027. Seu legado permanece associado à técnica e à versatilidade no bailado dos Mestres-Salas.