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| Os doze casais de Mestre Sala e Porta Bandeira do Grupo Especial do Rio de Janeiro | Foto: Dhavid Normand e Eduardo Hollanda |
Originarios das comunidades negras, a função dos casais continuam sando uma das mais significaticas do legado da herança do samba. sendo responsáveis por guardar a memoria de um povo que lutou e que ainda luta por dignidade, expressão e liberdade.
Entre ensaios de quadra, ruas e desfiles oficiais, o público acompanha um espetáculo que combina precisão, beleza e ancestralidade, sendo os giros da Porta Bandeira e a elegancia do Mestre Sala, responsáveis por narrar, mesmo sem dizer uma palavra, um capítulo indescríviel na história da cultura brasileira que atravessam gerações.
No Dia 24 de Novembro foi sansionado a lei 7.256/2022, que tornou o Mestre-Sala e da Porta-Bandeira como patrimônio imaterial do Rio de Janeiro e o Observatório dos Casais presta homenagem a todos os profissionais que mantêm essa tradição viva.
Aos que marcaram história e construiram um legado de tamanha importância como Delegado, Mocinha, Vilma Nascimento, Benício e tantos, fica o registro a eterna reverência por terem construido essa história e abriram caminhos para tantos outros casais. Aos casais que hoje seguem atuando nas escolas de samba, o reconhecimento pelo compromisso em preservar e renovar essa expressão fundamental do carnaval.
Que o pavilhão continue tremulando pelas mãos e pelos passos de quem dedica a vida a essa arte que define e engrandece o samba.
